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domingo, 7 de julho de 2019

The Tabernáculo

Introdução


            Deus sempre desejou se relacionar com o seu povo. Ao longo das Escrituras Sagradas, o Pai Celestial buscou se revelar ao ser humano para relacionar-se com ele. Deus é um ser pessoal. Nesta primeira lição, veremos que o Tabernáculo foi construído para que Deus habitasse nele e se encontrasse com o seu povo. Assim, compreenderemos que essa construção requereu a participação humana por meio de ofertas voluntárias, que esse projeto veio da mente de Deus e que há uma relação tipológica entre o Tabernáculo e a Igreja de Cristo.

2-A parceria de Deus:

            A parceria de Deus com o povo de Israel para construção do Tabernáculo, mostrar que o Tabernáculo foi um projeto de Deus, pontuar a relação Tipológica entre o Tabernáculo e a Igreja.

3-A Construção do Templo:  

            Por que construir um Tabernáculo no deserto? O pioneiro pentecostal, Gunnar Vingren, que redigiu uma monografia para sua graduação teológica, na qual foi escrita à mão, e apresentada no Seminário Teológico Sueco, em Chicago, USA, em 1909, iniciou seu texto monográfico assim: Por ordem divina, o Tabernáculo propriamente dito, a mosaica tenda do Testemunho, constituiria uma morada sagrada, erguida segundo um modelo celestial”. Desde que os israelitas saíram do Egito e caminharam até as cercanias do Monte
Sinai, onde Deus falou com Moisés e revelou-lhe suas Leis, o Altíssimo quis habitar entre o seu povo. Para isso, Ele concedeu a Moisés a planta de uma “Tenda”, a fim de construí-la para reunir o povo de Israel diante
dEle e, assim, receber sua Palavra. Essa tenda, denominada “Tabernáculo”, era de caráter provisório, pois podia ser armada e desarmada durante a caminhada israelita pelo deserto. Entretanto, conforme escreveu Gunar Vingren, a razão principal de sua existência era a de servir como uma morada sagrada, o lugar de encontro entre Deus e seu povo.
Ver: (Êx. 25: 1-7).

            A materialização da obra de Deus: O projeto de Deus teve origem no céu, e se materializou
na Terra por meio de seus filhos. A construção do Tabernáculo se efetivou mediante a participação do povo
de Deus através de ofertas alçadas e voluntárias como o ouro, prata, cobre, pano azul, púrpura e carmesim. A obra de Deus requer parceria humana! No tempo da graça, o princípio da manutenção da igreja local é o
 mesmo. O dízimo e as ofertas alçadas são para o sustento das necessidades que envolvem uma igreja: projeto de construções de templo, de sustento de obreiros, de evangelização, de ações sociais, de educação cristã. Em vez de cultivarmos uma postura contrária, deveríamos voluntariamente ofertar à Obra de Deus como fruto de gratidão e reconhecimento de suas bênçãos em nossas vidas.
Ver: (Êx. 25:1-2; II Co. 9: 7).

            Três verdades bíblicas que o ofertante deve saber: A oferta foi um plano de Deus para o sustento de sua obra. No Antigo Testamento há uma promessa de bênçãos materiais para os que reconhecessem essa verdade. Aqui, não há o estímulo para se negociar oferta e bênçãos, mas a afirmação de que é a vontade do Senhor que contribuamos generosa e voluntariamente para a sua obra, reconhecendo que Ele domina até as nossas finanças. Isso deve ser voluntário, jamais por coação. Ver: (Êx. 25: 2).

            O ato de ofertar é voluntário:  O versículo dois mostra que o Senhor aceitaria a oferta de todo homem cujo coração se mover voluntariamente. Deus conhece cada um dos seus servos e servas, por isso, reconhece quem faz essa obra de maneira generosa ou egoísta. Jamais nosso Senhor aceitaria ofertas por coação, mas Ele deseja ver, em nós, uma atitude voluntária e amorosa: Porque, dou-lhes testemunho de que, segundo as suas posses, e ainda acima das suas posses, deram voluntariamente. Portanto, na Igreja de Cristo, não pode haver mercantilismo da fé! Você não pode se deixar coagir para trocar ou negociar o que é espiritual, a fim de receber bênçãos materiais. O que a Palavra de Deus diz é que você precisa amar ao Senhor de todo o coração e, constrangido por esse amor, doar voluntariamente. Essa perspectiva humilde gera bênçãos da parte de Deus. Ver: (Êx. 35: 29; II Co. 8: 3).

            Fidelidade ao Senhor trará abundância. A Bíblia nos ensina que quem é fiel no pouco será muito recompensado. Moisés foi um líder que compreendeu bem essa verdade e a viveu, pois o povo trouxe tanta oferta em ouro, prata, cobre, pedras preciosas e madeiras, que encheram os depósitos, e disseram a Moisés: o povo traz muito mais do que é necessário para o serviço da obra que o Senhor ordenou. Seja fiel ao Senhor. Ver: (Mt. 25: 21; Êx. 36: 5).

4-Quem Projetou a construção do Tabernáculo?       

            Os versículos que mostra a conclamação do Senhor ao seu povo para a construção do Tabernáculo por meio das ofertas alçadas, agora nos deteremos nos versículos oito a nove, pois estes revelam como Deus elaborou esse projeto. Ver: (Êx. 25: 1-9).

            Deus arquitetou o Tabernáculo, e me farão um santuário, e habitarei no meio deles. Assim inicia o
versículo oito. O Tabernáculo seria um santuário em pleno deserto, onde Deus habitaria entre o seu povo. Desde o início, é perceptível o caráter provisório do projeto divino, pois o povo de Israel não faria uma peregrinação perpétua no deserto. Deus elaborou a engenharia e arquitetou toda a construção do Tabernáculo, dando a Moisés a relação dos materiais que deveriam ser utilizados. Por meio do legislador de Israel, o Senhor conduziu seu povo desde a saída do Egito até o Monte Sinai. Nesse monte, Ele revelou-se a Moisés e aos setenta anciãos do povo, bem como a Arão, Nadabe e Abiú, que viram a glória de Deus. Ali, a glória do Senhor estava presente e uma nuvem cobria o monte: “o aspecto da glória do Senhor era como um fogo consumidor no cume do monte. Por quarenta dias e quarenta noites Moisés entrou no meio da nuvem e subiu até o cume do monte para ouvir a Deus. Ali, o Altíssimo deu a Moisés as diretrizes para construir o lugar onde Ele habitaria.
Ver: (Êx. 25: 8-11; Êx. 24: 15-17; Êx 24.18).  

            O Tabernáculo foi um projeto de Deus, embora Moisés haja sido formado academicamente no Egito, nenhum item do Tabernáculo era fruto de sua mente engenhosa e disciplinada. Recebendo instruções diretas de Deus, Moisés persuadiu ao povo hebreu a construir o Tabernáculo, pois este era um projeto celestial. O Pai desejava habitar entre os homens e derrubar a parede de separação erguida pelo pecado no Éden. Ele queria fundir o Céu com a Terra. Esse projeto glorioso só alcançaria o objetivo máximo na encarnação e crucificação de Jesus Cristo, seu amado Filho “na plenitude dos tempos. Ver: (Gl. 4: 4; Ef. 1: 5-10).

            O plano térreo do Tabernáculo. O plano térreo do Tabernáculo continha um espaço físico de 100 por
50 côvados aproximadamente, 50 por 25 metros, uma vez que um côvado equivale de 45 a 50 centímetros, pois a medida do côvado naqueles tempos era a distância entre o cotovelo e a ponta do dedo médio de um homem. (100x50x50x25x45x50).
Ver: (Êx.25: 9).

            O Pátio, esse espaço do Tabernáculo era chamado Átrio (ou Pátio) e era fechado por uma cerca feita de cortinas de linho fino torcido e presas por ganchos e pinos em pilares de madeira de acácia.

            O Altar dos holocaustos. No espaço externo dentro do Átrio, desde a Porta de entrada, havia o altar de bronze (ou cobre), onde eram feitas as ofertas queimadas e, principalmente, onde era feito o sacrifício pelos pecados do povo. Ver: (Êx. 27: 18; Êx. 27: 1-8; 38:1-6).

            A Pia de bronze (ou cobre). Havia, também, uma bacia de bronze (ou cobre), para que os sacerdotes
lavassem as mãos e os pés antes de entrarem no interior do Tabernáculo.
Ver: (Êx. 30: 18-21; 38: 8).

            A Tenda do Testemunho, o Tabernáculo, propriamente dito, era a parte interna e ficava dentro do Pátio, composto por duas partes: o Lugar Santo e o Lugar Santíssimo (ou Santo dos Santos).

            O Lugar Santo, no Lugar Santo havia três elementos: o Candeeiro (Candelabro, ou Castiçal) de Ouro com suas sete lâmpadas; a mesa feita de madeira de acácia e coberta de ouro, era chamada Mesa dos pães da proposição. Por fim, ainda no Lugar Santo, de frente para a entrada de cortinas bordadas que dava para o
Lugar Santíssimo, estava o Altar de Incenso revestido de ouro, no qual se faziam intercessões pelo povo de Deus.
Ver: (Êx. 30: 1-6; 37: 25-28).

            O Lugar Santíssimo (Santo dos Santos). Por último, e de fato, em primeiro lugar, estava O lugar Santíssimo, onde se encontrava a única mobília, chamada de Arca do Concerto ou Arca do Testemunho, ou também Arca da Aliança, na qual se guardavam as Tábuas da Lei. Ver: (Nm. 10: 33; Êx. 25: 22; Êx. 31: 18).

5-A Tipologia entre o Tabernáculo e a Igreja:

            A importância dos aspectos tipológicos do Tabernáculo. O apóstolo Paulo deu importância a essa relação tipológica quando escreveu: tudo que dantes foi escrito para nosso ensino foi escrito, para que, pela paciência e consolação das Escrituras, tenhamos esperança. O Tabernáculo de Moisés, no deserto, deixou profundas lições para a Igreja. Nessa tipologia, descobrimos uma relação com a Igreja e com o Senhor Jesus. Nas lições seguintes, veremos a importância simbólica do Tabernáculo em seus adereços, utensílios e cultos, seus ministros e ajudantes, sua ordem e o significado de cada item na relação espiritual tipológica com a igreja
de Cristo.
Ver: (Rm. 15: 4).

            A Igreja de Cristo é o Tabernáculo de Deus na Terra, o Tabernáculo e o Templo de Salomão simbolizam a Igreja de Cristo edificada para morada de Deus em Espírito”. Alguns textos do Novo Testamento fazem da tipologia o modo de comparação entre o Tabernáculo e a Igreja. Paulo tipificou a Igreja como edifício de Deus para falar de crescimento coerente e organizado da comunidade cristã. Neste edifício, os crentes em Cristo são identificados como “pedras vivas”, as quais são edificadas umas sobre as outras. Portanto, a Igreja é o edifício espiritual construído para morada de Deus como o Tabernáculo no Antigo Testamento. Ela também é tratada como Templo de Deus. A figura do templo, aqui, tem dupla referência, pois refere-se à Igreja e, também, ao lugar da presença de Deus. A Igreja é tipificada como a Casa de Deus, de caráter familiar, porque a palavra casa, nesse contexto, refere-se à família que mora na casa. O tabernáculo de Moisés era material, e Deus habitava nele; a Igreja é o tabernáculo espiritual onde o Altíssimo habita e se manifesta gloriosamente. Ver: (Ef. 2: 22; 1 Co. 3: 9; 1 Co. 3:16; 1 Tm. 3:15).

6-O Tabernáculo está dividido em três partes:

            A obra de Gunar Vingren, acerca do Tabernáculo está dividida em três capítulos: (1) Introdução, (2) O Tabernáculo e (3) Comparações e contraposições ao Tabernáculo. No terceiro capítulo, ele faz uma comparação do Tabernáculo, pelo qual o chama de tenda do testemunho”, com a Igreja de Cristo. Veja: Assim como a tenda do testemunho, com todos os seus utensílios, foi ordenada por Deus, a igreja cristã recebeu de Deus suas normas e seus mandamentos.

A tenda no Antigo Testamento era o lugar onde Deus se revelava, enquanto as igrejas cristãs são, hoje, o lugar da presença de Deus, o lugar onde se faz a sua vontade. O primeiro era constituído de riquezas e material precioso, o segundo é constituído também de material precioso, isto é, de almas humanas redimidas do pecado por meio da graça de Cristo Jesus. Desta forma, à tenda do Antigo Testamento se contrapõe a igreja cristã do Novo Testamento. A bacia com água ficava em frente da tenda e, na água, Arão e seus filhos limpavam seus pés e suas mãos antes de adentrarem o santuário para que não morressem. Já o batismo é a maneira pela qual o cristão ingressa na Igreja de Deus. Aquele que crê e recebe o batismo será salvo. Após o batismo, seremos sepultados com Deus, e assim como Cristo ressuscitou dos mortos, passaremos a caminhar em uma nova vida (VINGREN, Gunnar. O Tabernáculo e Suas Lições: Monografia de graduação em Teologia do fundador das Assembleias de Deus no Brasil, defendida em 1909 no Seminário Teológico Sueco de Chicago (EUA).

7-Reflexão Perguntas e Respostas:

1-Para Refletir – Perguntas e Respostas, A respeito do Tabernáculo: Um Lugar da Habitação de Deus, responda:


2-Como se efetivou a construção do Tabernáculo? A construção do Tabernáculo se efetivou mediante a participação do povo de Deus através de ofertas alçadas e voluntárias como o ouro, prata, cobre, pano azul, e púrpura, e carmesim.

3-Cite as três verdades bíblicas que o ofertante deve saber. (1) A oferta foi um plano de Deus para o sustento de sua obra; (2) O ato de ofertar é voluntário; (3) A fidelidade ao Senhor trará abundância.

4-O Tabernáculo foi fruto da mente engenhosa de Moisés? Não. Deus elaborou a engenharia e arquitetou toda a construção do Tabernáculo, dando a Moisés a relação dos materiais que deveriam ser utilizados.

5-Quais os elementos que constituem o plano térreo do Tabernáculo? A) O Átrio; B) O Altar dos holocaustos; C) A Bacia de bronze (ou cobre); D) A Tenda do Testemunho; E) O Lugar Santo; F) O Lugar Santíssimo (Santo dos Santos).

6-Como Paulo tipificou a Igreja? O Apóstolo Paulo deu importância à Tipologia Bíblica quando escreveu aos romanos: tudo que dantes foi escrito para nosso ensino foi escrito, para que, pela paciência e consolação das Escrituras, tenhamos esperança. Ver: (Rm. 15: 4; CL. 2: 17).

8-Questionário:

1-Que significa o Tabernáculo?
2-Como se efetivou a construção do Tabernáculo?
3-Cite as três verdades bíblicas que o ofertante deve saber?
4-O Tabernáculo foi fruto da mente engenhosa de Moisés?
5-Quais os elementos que constituem o plano térreo do Tabernáculo?
6-Como Paulo Tipificou a Igreja?

9-Tipologia Bíblica – O Tabernáculo e a Igreja de hoje:

1-Os sacrifícios do Tabernáculo Tipificam o Sacrifício perfeito de Cristo. Ver: (Is. 53; Hb. 9: 1-9).
2-Mas fostes resgatados pelo precioso sangue de Cristo, como de Cordeiro sem. Ver: (I Pd. 1: 18-19).
3-Vocês estão sendo edificados juntos, para se tornarem morada de Deus por seu Espírito. Ver: (Ef. 2:22).
4-Deus não habita em templos feitos por homens... Ver: (At. 17: 24).
5-Eis que estou a porta e bato se alguém.... Ver: (Ap. 3: 20).
6-E sujeitou todas as coisas a seus pés, Jesus o SENHOR é o Cabeça de Igreja...Ver: (Ef. 1: 22-23).
7-O Tabernáculo Eterno. Ver: (Ap. 21: 1-4).
8-Dar o Testemunho do Jovem condenado a Morte nos USA.O Governador veste de Padre é Rejeitado.

10-Genealogia de Moisés: 

1). Arvore genealógica de Anrão como sendo o pai de Moisés, neto de Coate e bisneto de Levi. Moisés era filho de Anrão e Joquebede, da Tribo de Levi; O seu irmão mais velho era Arão e a sua irmã chamava-se Miriam. Ver: (Ex 6: 16-20 e 2,7).

11-Moisés viveu entre os anos:

2). Moisés viveu entre os anos de 1592 -1472 a.C. considerado profeta israelita, pertencente a tribo sacerdotal de Levi e considerado o autor da Bíblia Hebraica, correspondente aos 5 primeiros livros da Bíblia chamados também de Pentateuco.

3). Para o povo Judeu é o mais importante líder religioso. O cristianismo também da mesma forma o destaca como um dos patriarcas bíblicos. Sua história e trajetória como grande líder vem descrita no Antigo Testamento.

4). Acredita-se que por volta de 1.700 a.C. os hebreus se transferiram para o Egito fugindo de uma seca intensa, estabelecendo-se no delta do rio Nilo sob proteção dos hicsos reis pastores, povo que conquistou o território, recebendo uma série de benefícios. Com o fim do domínio hicso, os hebreus acabaram por ser transformados em escravos. Por volta do ano 1.250 a.C., liderados por Moisés e mais tarde por Josué retornariam à Palestina, no acontecimento que ficou conhecido como Êxodo.

5). Entrada no Egito liderado por Jacob: Cerca de 1.700 a.C. 

6). Saída do Egito liderado por Moisés e Arão: Cerca de 1.270 a.C.

7). Moisés era filho de Anrão e Joquebede, eram da Tribo de Levi.

8). Os filhos de Jacob que se tornaram em Tribos: (Ruben, Simeão, Judá); (Zebulom, Issacar, Dã); (Gade, Aser, Naftali e Benjamim); (Efraim e Manasses eram filho de José com Azenate). 

12-Uzá toca na Arca e Morre:

            E, chegando à eira de Quidom, estendeu Uzá a sua mão, para segurar a arca, porque os bois tropeçavam. Então se acendeu a ira do Senhor contra Uzá, e o feriu, por ter estendido a sua mão à arca; e morreu ali perante Deus. Ver: (I Cro. 13: 9-10) 

            Deus estabeleceu regras para levar a arca, a morte de Uzá parece radical, mas veremos o que Deus nos ensina com essa lição: Somente os levitas na lei de Moisés poderiam transportar a arca da aliança; Quando Arão e seus filhos, ao partir o arraial, acabarem de cobrir o santuário e todos os seus móveis, os filhos de coate virão para levá-lo; mas nas coisas sagradas não tocarão, para que não morram; esse é o cargo dos filhos de coate na tenda da revelação. Existem ministérios específicos, em que cada um precisa realizar, a presença do Senhor só deveria ser levada por pessoas separadas para aquela função.
Ver: (Núm. 4: 15).

            Uzá era filho de Abinadabe pai da generosidade, a arca havia ficado pelo menos 20 anos em sua casa, A arca permaneceu em Quiriate-Jearim muito tempo; foram vinte anos. E todo o povo de Israel buscava o Senhor com súplicas. Certamente se acomodaram, não prestando a devida reverência à presença do Senhor. Ver: (I Sm. 7:2).

            Deus ordenou que aos coatitas não desse nada, pois eles deveriam carregar nos ombros os objetos sagrados pelos quais eram responsáveis. Quem leva a Shekinah (a glória de Deus) não deve sentir-se sobrecarregado e querer levá-la, em carros, pois ela não é pesada. Não é sacrifício levar a presença do Senhor. Ao desprezar a ordem divina de carregar a arca nos ombros, Davi estava demonstrando desobediência, queremos fazer do nosso jeito, e não é isso que Deus nos pede, ele pede que façamos do modo DELE.

            Davi não pediu primeiro conselho aos sacerdotes e levitas, consultou os militares e os príncipes e aos mensageiros e em toda a terra de Israel. Nos mostra que antes de tomarmos decisões importantes devemos consultar à Deus em primeiro lugar. Quantas decisões importantes tomaríamos com a ajuda de Deus, e seus servos. Mas vem Obede-Edom (servo do Senhor). Obsede tem origem hebraica. Surge a partir do nome hebraico Oved, que significa “o que serve” ou, possivelmente, o que adora. A arca do Senhor ficou na casa dele por três meses, e o Senhor o aben­çoou e a toda a sua família. E disseram ao rei Davi: “O Senhor tem abençoado a família de Obede-Edom e tudo o que ele possui, por causa da arca de Deus”. Então Davi, com grande festa, foi à casa de Obede-Edom e ordenou que levassem a arca de Deus para a Cidade de Davi. Ver: (II Sm. 6: 11-12).

            Obede-Edom era Edomita, descendente de Esaú inimigo do povo de Israel, mas era servo, como um estrangeiro poderia receber a presença de Deus em sua casa? Chegando-vos para ele, a pedra que vive, rejeitada, sim, pelos homens, mas para com Deus eleita e preciosa, também vós mesmos, como pedras que vivem, sois edificados casa espiritual para serdes sacerdócio santo, a fim de oferecerdes sacrifícios espirituais agradáveis a Deus por intermédio de Jesus Cristo. Um homem que seria discriminado aceita a glória de Deus em sua casa, e prospera muito. Ver: (I Pd. 2: 4-5).

            Obede-Edom não foi levita por descendência, mas por sacerdócio. Também deixou Obede-Edom e seus sessenta e oito parentes para ministrarem com eles. Obede-Edom, filho de Jedutum, e também Hosa foram porteiros. Ver: (I Cr. 16: 38).

            E com servos e adoradores a Shekinah de Deus é restaurada: E Davi ia vestido de um manto de linho fino, como também todos os levitas que levavam a arca, e os cantores, e Quenanias, mestre dos cantores; também Davi levava sobre si um éfode de linho. E todo o Israel fez subir a arca da aliança do Senhor, com júbilo, e ao som de buzinas, e de trombetas, e de címbalos, fazendo ressoar alaúdes e harpas. Ver: (I Cr. 15: 27-28).

            Obede-Edom era um homem geteu (Gate-Hefer, Gate-Rimon; provavelmente não pode ser Gate filisteia pois era levita), em cuja casa foi guardada a Arca da Aliança. Obede Edom se tornou guarda do Templo. Também foi Levita por pouco tempo quando a Arca da Aliança voltou à Jerusalém. Ver: (I Cr. 15:21; 16:38).

            Significado do Nome Obede: Obede tem origem hebraica. Surge a partir do nome hebraico: Oved, que significa o que serve ou, possivelmente, o que adora”.

Os edomitas eram os descendentes de Esaú, irmão de Jacó e filho de Isaque. Eles são assim chamados porque o termo Edom é aplicado a Esaú. A palavra Edom vem de um termo hebraico que faz referência à cor vermelha. A origem do termo Edom aplicado a Esaú e consequentemente aos edomitas, é debatida entre os intérpretes.

            O significado de Edom: Edom significa vermelho”. Esse termo é utilizado na Bíblia para se referir a Esaú, ao território de Edom e aos habitantes deste território. Basicamente existem três explicações principais sobre a aplicação e significado de Edom. A primeira e mais aceita pelos estudiosos, diz que o termo Edom foi aplicado a Esaú e aos seus descendentes em conexão com guisado pelo qual ele trocou o seu direito de primogenitura. O guisado que Jacó preparou para ele tinha a coloração avermelhada.

            Mas Esaú também era ruivo, e o uso do termo Edom pode estar relacionado a esta característica física. A terceira e última hipótese para o uso do termo Edom está relacionado as características geográficas daquela região. Ali há muitos rochedos e montanhas de arenito vermelho. Se esta última hipótese estiver correta, então há chances de aquela terra ter sido chamada de Edom antes mesmo dos descendentes de Esaú habitá-la.

Conclusão


Esta lição teve por objetivo levar ao aluno à compreensão da (Tipologia do Tabernáculo em relação à Igreja). O Tabernáculo seria mais do que um Protótipo ou Modelo Futuro da Igreja, no qual Deus revelaria a sua glória. Esse Tabernáculo aparece como um bem futuro que aponta para a Pessoa de JESUS CRISTO, que veio a esse mundo mostrar, na prática, o desejo de Deus em habitar com os homens. ELE, fez isso na encarnação de seu Filho, o TABERNACULO Divino. Ver: (CL. 2: 17).


Consultas:

1) Revista Ensinador Cristão – CPAD, nº 78, p.36. para enriquecer a lição;
2) Consulta: Livero de Gunnar Vingren.
3) Bíblia de Estudo – Scofield.
4) Bíblia de Estudo – Dake.


Agradecimentos:
Á o meu querido neto Dr. Carlos Natanael da Rosa, que com seu encorajamento, hábeis conselhos e paciente apoio tornaram este trabalho possível.

   Bibliografia:
OBS: Este estudo foi elaborado por este servo do Senhor, em Português, Español e Inglês pela infinita graça de Deus. Autor das seguintes apostilas: A Hierarquia dos Anjos; A igreja e o Nepotismo; A mulher pode ser pastora; A nova Jerusalém Celestial; À queda do homem e a providência de Deus; Apostila inglesa; Bíbliologia; Controle Total; Cristão e a Maçonaria; Cristão e o Álcool; Cristão e o Sábado; Dispensação da Graça; Espírito Santo na Igreja; Hinnos y coros Cristiano; Hinos de corais Antigos; Igreja e o Sábado; Liturgia e a Igreja; Manual Pratico do Obreiro; Maratona Bíblia; O ano de Jubileu; O princípio; O Cristão e a Máscara; Palestra para Família; Profecias do AT/NT; Teologia da Prosperidade; Teologia de Missão; Vamos nos conhecer nos Céus; Viene Jesus en español; Teologia da Música; A igreja e o Jejum; A igreja e a Reencarnação; O Arrebatamento da Igreja ; Juízo Final e o Trono Branco; A Igreja e os Galardões; A Igreja e as Drogas; Jesus e os Milagres; As Profecias de Daniel; O Tabernáculo;

José Fernandes Alves dos Santos, atualmente membro da IEAD de Canoas - RS. Brasil - Evangelista 2º Responsável do Distrito Três; e, faz parte do conselho de Ética pastoral. Seu ministério e chamada ministerial são voltados predominantemente para a Educação Cristã, de modo que também trabalha como conferencista internacional, cuja especialidade na teologia é a Escatologia Bíblica, Hermenêutica & Exegese Bíblica, Teologia Sistemática, e a Pedagogia Cristã; e, é Monitor do curso de Capelão Interdenominacional;Monitor do Curso de Capacitação de Liderança da Ética Ministerial;Formado em Capelania Militar e Instrutor.          

ØFoi Coordenador da EBD distrito três.
ØFoi Coordenador de missões idem.
ØÉ Capelão Evangélico Interdenominacional - CEI.
ØCursando 4º Sem. De Letras – Unilasalle – Canoas-RS.
ØFormou oito turmas na disciplina de español através da “FUNDAPES”.
ØAtualmente Cursando o 4º Semestre de Teologia Bacharelado – Unilasalle-idem
ØFez Parte da Diretoria Acadêmica – Setor “Ação Social”. Idem.
ØFaço Parte da “Umergs” União dos Militares do Estado do RS. Presidente: CL. Giova Pazato Canto.
ØAtuo como 1ºSecretário e Instrutor do curso de Capelão Militar.
ØE - mail: < capelaniamilitar.rs@gmail.com > http://fernandezapostilas.blogspot.com.br/
ØTelefones: (051) - 3463.1932/999597698-Vivo/982747975-Tim/986516223-Oi

sábado, 28 de julho de 2018

The Angelic Hierarchy

Introdução:
           
            A Teologia sistemática junto à hermenêutica proporcionam o alcance de maior verossimilhança em relação a hierarquia angelical, por decorrência de tal premissa o estudo a seguir não se estrutura em uma abordagem metafórica. Alguns teólogos liberais classificam como mitológica a crença na existência de anjos como seres racionais, pois acreditam que os anjos seriam apenas essências platônicas ou emanações da parte de Deus. Tal posição alinha-se à crença racionalista adotada pelos saduceus no tempo de Cristo. Por outro lado estão os místicos, cabalistas e ufologistas, os quais prestam irracional adoração aos seres celestiais, à semelhança dos antigos membros das religiões gnósticas. Somente o ensinamento das Escrituras é capaz de contestar o misticismo e a pandemia vertiginosa que têm invadido a sociedade, influenciando muitas igrejas. Antes da criação do homem, Deus criou os Anjos dando-lhes personalidade, inteligência e responsabilidade moral, porém, a despeito da similaridade moral e espiritual com o homem, os Anjos possuem algumas características peculiares. Ao estudarmos a natureza dos Anjos, poderemos entender suas atividades.

1. A Origem de toda a Criação:

            O ponto de partida está na declaração de que todas as coisas criadas foram feitas “segundo o propósito daquele que faz todas as coisas, segundo o conselho da sua vontade”, Portanto, o relato da obra da criação no livro de Gênesis se constitui como o princípio e a base da relação do homem com Deus. Quatro grandes verdades estabelecem os fundamentos da obra da criação. Ver: (Gn. 1:1- 31; Neem. 9:6; Cl. 1: 16; Ef. 1: 11).   

2. A Obra da criação é do Deus Triúno:

            A Bíblia revela que o Deus trino é o autor da criação. O Apóstolo Paulo destaca a segunda pessoa da trindade, Jesus Cristo, na qualidade de criador, mas diz que “todas as coisa são de Deus, o pai”. A terceira pessoa da trindade, o Espírito Santo, participa da obra da criação em harmonia perfeita com o pai e o filho, conforme indicam os textos. Não há trindade Divina qualquer resquício de competição. As três pessoas são distintas, mas formam uma só essência Divina indivisível. Ver: (Gn. 1: 1-31; Is.  40: 12; 44: .24; 45: 12; I Co. 8: 6; Jo. 1:3; Cl. 1: 15-17; Gn. 1: 2; Jó. 26: 13; 33: 4; Sl. 104: 30; Is. 40: 12, 13). (jfas).

3. Classificação Hierárquica dos Anjos:

            Na Classificação Hierárquica dos Anjos, há uma sistematização de diversidades de funções diferentes, que podemos especificar alguns. A Bíblia não especifica todos:

(a) Os Querubins: São os querubins responsáveis por sustentar o trono divino e por reivindicar seja o nome Todo-Poderoso constantemente santificado pelos homens; Satanás, pertencia à classe dos querubins. Dos textos bíblicos, inferimos serem os querubins uma das mais elevadas classes de seres angélicos. Ver: (Gn. 3: 24; Sl. 99: 1; Ez. 10: 1; 28: 14).

(b) Arcanjo Miguel: Único arcanjo citado nas Sagradas Escrituras. Sua missão é conduzir os exércitos de Deus a lutar em prol dos filhos de Israel; Foi ele quem sepultou o corpo de Moisés; Ele é conhecido também como um dos primeiros príncipes. Arcanjo significa, literalmente, principal entre os anjos. Ver: ( Ap. 12: 7; Jd. v.9; Dn. 12: 1; 10: 13).

(c) Anjo Gabriel: Conhecido como varão herói de Deus, aparece Gabriel como intérprete dos arcanos divinos. É ele quem explicou a Daniel o mistério das setenta semanas; Assistindo diante do trono de Deus, anunciou a encarnação do Verbo de Deus. Apesar de sua importância, a Bíblia não o menciona como arcanjo. Ver: ( Dn. 9: 20-27; Lc. 1: 19; 1: 26-27).

(d) Os Serafins: A missão dos serafins que, em hebraico, significam ardentes, e magnífica o nome de Deus, louvando-o constantemente e exaltando a santidade divina. Esta é a única passagem bíblica que os menciona. Ver: (Isaias 6: 1-6).

(e) Há classes angélicas: São também tidas como classes angélicas estas categorias mencionadas por Paulo: Jesus é imagem do Deus invisível, o primogênito de toda a criação; porque nele foram criadas todas as coisas que há nos céus e na terra, visíveis e invisíveis, sejam tronos, sejam dominações, sejam principados, sejam potestades; tudo foi criado por ele e para ele. Ver: (Col. 1:15-16).

(f) Os Anjos em Ordem de Missão: Em Isaías lemos que os anjos não cessam de clamar dia e noite: Santo, Santo, Santo é o Senhor dos Exércitos; E, quando do nascimento de Cristo, os anjos formaram corais que magnificaram o nome de Deus. Ver: (Is. 6: 3; Lc. 2: 13-14).

(g) Os anjos nem sempre são visíveis: Embora Deus ocasionalmente lhes conceda a visibilidade, mas eles são espíritos; E, nos tempos Bíblicos, seres humanos experimentavam, às vezes, efeitos da presença de um anjo, mas não viam ninguém. Às vezes, viam o anjo. Além disso, os anjos podem ser vistos sem serem reconhecidos como anjos.  Ver: ( Gn. 19: 1-22; Hb. 12: 22; Sl. 104: 4; Hb. 1: 7-14; Nm. 22: 21-2-35; Jz. 2: 1-4; Mt. 1: 20-25; Lc. 24: 4-6;  At. 5: 19-20; Hb. 13: 2).  

4. A Criação feita por um ato livre de Deus:

            A Bíblia deixa clara que Deus é auto-suficiente e não tem qualquer relação de dependência de nada e de ninguém. Ao realizar a obra da criação, ele o fez não por necessidade, mas por sua soberana e livre vontade de fazer o que quer e o que lhe apraz. Ora, a única dependência divina é a de sua própria e soberana vontade. A Bíblia Sagrada refuta essa idéia e fortalece o fato de que “Deus fez todas as coisas segundo o conselho da sua vontade”. Ver: (Jó 22:.3, 13; At. 17: .25; Ef .1: 11; Ap. 4: 11).

5. A Obra da criação teve um começo:

            A criação teve um princípio, um começo para tudo, nas coisas visíveis e invisíveis. A prova irrefutável do ponto do ponto de vista bíblico está no primeiro versículo da Bíblia: ”No princípio criou Deus os céus e a Terra” no hebraico é bereshith, que literalmente significa “começo”. O sentido da palavra é indefinido e sugere que a criação teve um início, um começo. Por essas escrituras, entende-se que, num momento específico, conforme sua soberana vontade, Deus criou a matéria e a substância que antes nunca existiram. Quanto à existência do mundo espiritual, o princípio é o mesmo estabelecido para a criação da matéria, pois Deus criou tudo do nada. Ver: (Sl. 90: 2; 102: 25).

6. A Obra da criação foi produzida do nada:

            Esta é uma doutrina que se choca frontalmente com as teorias materialistas que acreditam na eternidade da matéria. Os que rejeitam essa verdade, dizem que é impossível “criar alguma coisa do nada”, mesmo para Deus Onipotente, porque não tem elemento causante. Porém, a Bíblia declara que Deus criou todas as coisas pela palavra do seu poder. A escritura mais forte para aceitar a idéia de que a criação foi feita do nada está em que diz: “Pela fé entendemos que os mundos, pela palavra de Deus, foram criados; de maneira que aquilo que se vê não foi feito do que é aparente”. Ora, podemos entender de modo claro que pertence à natureza divina a capacidade de trazer à existência aquilo que não existe. Ele, somente ele, pode criar qualquer coisa do nada, segundo o seu arbítrio. Ver: (Sl. 33: 6,9; 148: 1-14; Hb. 11: 3).  (jfas).

7. O processo da Obra da Criação:

A criação dos anjos só será entendida plenamente depois de conhecermos os fundamentos da doutrina da criação. Há um processo ordenado na história da criação que se apresenta em três fases distintas como se segue:

a  A criação espiritual.
b. A criação material.
c. A criação da vida sobre a Terra.

8. A criação das coisas espirituais:

            Aos responder os questionamentos do patriarca Jó, o Criador disse-lhe, de modo enfático e poético que, quando este ainda nem havia nascido, nem o mundo material havia sido criado, os seus anjos, que são espíritos criados por ele, já estavam presentes na criação do mundo material. Nesta escritura, deus procura convencer a Jó que o Senhor é o criador da Terra e a rege com justiça e que, ao criar o mundo material, “as estrelas da alva alegremente cantavam, e todos os filhos de Deus rejubilavam”. Na linguagem figurada da Bíblia, tanto “as estrelas da alva” quanto “os filhos de Deus” são figuras dos seres espirituais criados pelo Senhor. Ver: (Jó. 38: 1-7; 38: 7).

9. A criação das coisas materiais:

            A base desta declaração está na narrativa Bíblica dos primeiros capítulos de Gênesis. Entretanto, a criação material é imensa e abrange todo o sistema “solar”, e outros sistemas existentes e descobertos pelo homem. A extensão dos corpos celestes espalhados no espaço sideral, fazendo parte da via Láctea, com muitos sóis, planetas e satélites, nos dá uma visão apenas limitada de toda a grandeza da criação material. Ver: (Ne. 9: 6).

10.  A criação da vida sobre a Terra:

            Na criação da Terra, o criador formou a vida física numa combinação do imaterial com o material. Nesta ordem da criação, é incluído o homem, os animais nas mais variadas espécies, além da vida vegetal. Há certa reciprocidade entre anjos e homens como seres espirituais. Porém, é possível distinguir ambas as criações, porque os anjos são apenas seres “espirituais”, e os homens são seres espirituais e materiais. A vida dos anjos é apenas espiritual. A vida dos homens é espiritual e física. A vida física foi criada para propagarem-se, por isso, os homens procriam e geram outros homens. A vida dos anjos é única e eterna; Não pode propagar-se, isto é, os anjos não procriam. Ver: (Gn. 1: 11, 20-22).

11. A realidade da criação espiritual:

            A experiência humana testemunha a existência de seres espirituais aos quais são dados os mais variados nomes: espíritos, deuses e semideuses, gênios, heróis, demônios e tantos outros nomes. Porém, é a Bíblia Sagrada que revela a verdade sobre o mundo espiritual. Independentemente das idéias e fantasias mitológicas das religiões do mundo, a revelação aceitável no mundo religioso se encontra na Bíblia. (jfas).

12. Os anjos são reais:

            A palavra anjo no hebraico é ma’ak e no “grego é angellos” que significam a mesma coisa: mensageiro, enviado. O termo anjo aplica-se a todas as ordens dos Espíritos criados por Deus. Os anjos são seres espirituais criados especialmente com a mais alta distinção entre todos os seres vivos criados por Deus. Eles exercem atividades importantes no mundo espiritual, mas não são independentes nessas atividades, pois as fazem dentro dos limites a que foram criados. A Bíblia fala da manifestação dos anjos na obra da criação do mundo físico. Eles estavam presentes quando Moisés recebeu de Deus as tábuas da lei; No nascimento de Jesus; Quando foram servir a Jesus no deserto da tentação; na ressurreição de Cristo; na ascensão de Cristo e outras manifestações podem ser listadas neste ponto em toda a Bíblia. Sua manifestação é incorpórea; eles são seres espirituais e morais, porque acima de tudo, são pessoas.

            A realidade dos anjos se comprova mediante os atributos de personalidade que eles demonstram falando, pensando, sentindo e decidindo. Muitas das suas manifestações são feitas através de formas materiais inexistentes. Entretanto, os demônios, que são anjos caídos da graça de Deus, tomam para se incorporarem corpos de pessoas vivas ou de animais, e por essas possessões materiais, se manifestam. Os anjos de Deus não tomam outros corpos para se manifestarem, mas tomam formas de pessoas humanas visíveis para se fazerem manifestos. Ver: (Hb. 1: 13, 14; Jó. 38: 6 , 7; Hb. 2: 2; Lc. 2: 13; Mt. 4:10, 11; Mt. 28:2; Lc. 24: 4,5; At. 1: 10).


13. A Teofania:

            Os Anjos não são seres humanos, mas sim espirituais, e podem se materializar através de teofania. No Antigo Testamento as manifestações teofanicas, como sonhos ou visões, são de modo geral revelações parciais ou incompletas; Também há textos veterotestamentários que descrevem manifestações teofanicas de anjos por intermédio de fenômenos naturais. Ver: (Gn. 18: 19; Sl. 104: 4; Gn. 32: 22-31; Êx. 3: 2-6; 23: 20-23;  Hb. 1: 14; 12: 22-23).   

14. Os Anjos são Eterno:

            Os anjos nunca morrem, nem podem sofrer dissolução. A imortalidade dos anjos se deriva de Deus e depende de Sua vontade, porque assim Deus os fez, e seremos iguais a eles na eternidade. Ver: (Lc.20:35,36) 

15. Existem anjos bons e maus:

            Na criação original dos anjos, não houve essa classificação entre bons e maus. A Bíblia declara que os anjos foram criados no mesmo nível de “justiça, bondade e santidade”. O que define entre bons e maus é o fato de que foram criados como seres morais com livre-arbítrio, e daí, a liberdade de escolha consciente entre o bem e o mal. A queda de lúcifer deve-se a esta condição moral dos anjos . A Bíblia fala acerca dos anjos que pecaram contra o Criador e não guardaram a sua dignidade; Aos anjos que não pecaram e não seguiu a lúcifer, Deus os exaltou e os confirmou em sua posição celestial e para sempre estarão em sua presença, contemplando e executando a vontade do Criador. Ver:  (II Pe. 2: 4; Jd. 6; Jó. 4: 18- 21; Is. 14: 12-16; Ez. 28:12-19 ;I Tm. 5: 21; Mt. 18: 10).

16.  A habitação dos anjos:

            Ao estudarmos as várias classes angelicais, entendemos que estas são distintas por várias atividades e se manifestam no vastíssimo espaço das “regiões celestiais”. A Bíblia declara ainda que os anjos de Deus são organizados em milícias espirituais que povoam os céus e são distribuídos em distintas ordens e graus. Trata-se, portanto, de uma habitação numa dimensão celestial. Ver: (Lc. 2:13; Mt. 26: 53).

17. O número de anjos:

            A quantidade existente de anjos é única e incontável, porque desde que foram criados não foram aumentados nem diminuídos. Eles não procriam e foram criados de uma vez pelo poder da palavra de Deus. A Bíblia utiliza expressões variadas para designar milhares de milhares, “multidão dos exércitos celestiais”, muitas milhares de anjos. É impossível determinar o número de anjos porque é incontável e é o mesmo número em todos os tempos, desde que foram criados. Ver: (Ap. 5: 11; Dn. 7: 10; Dt. 33: 2; Hb. 12: 22; Lc. 2: 13;Sl.148: 2-5).

18. A natureza dos Anjos:

            Objeções à doutrina Bíblica dos Anjos em toda a história da humanidade, a realidade dos Anjos tem sido discutida, contestada por uns e acreditada por outros. Por esta razão tem-se criado outras doutrinas com o fim de negar a existência dos Anjos, ou de admiti-la fantasiosa e ficticiamente. Dentre essas falsas doutrinas, destacamos algumas.

19. Os Anjos não podem ser adorados:

            Os Anjos não  podem ser adorados, apesar de sua capacidade e poderio que lhes conferiu o Senhor, não devem nem podem ser adorados; E, de outra forma a  angiologia bíblica é uma doutrina que nos leva a uma dupla reflexão. Se por um lado, somos confortados, sabendo que os anjos de Deus acham-se à disposição dos que hão de herdar a vida eterna.  Ver: (Sl. 34: 7; Hb. 1: 14; Ap. 19:10; 22: 9; Atos 23:8; Cl. 2:18).  

20. A doutrina dos Saduceus:

            Eles não acreditavam na existência dos Anjos, nem na ressurreição dos mortos. A essência da doutrina dos saduceus era materialista, por isso, para eles, a doutrina dos Anjos não passava de uma mera alegoria. Ver: (At. 23:8).

21. A doutrina racionalista:

            Os racionalistas entendem que a crença na existência dos Anjos é absurda, pois acreditar que os Anjos existem significa entrar na ficção e abandonar a razão. Eles vêem na doutrina dos Anjos uma forma de politeísmo primitivo que, com o tempo, foi tomando forma na vida dos Hebreus. Ora, a acusação de que a crença nos Anjos seja uma forma de politeísmo primitivo se choca frontalmente com o monoteísmo pregado pelo povo Hebreu. Os Anjos não são deuses; são apenas seres espirituais criados por Deus para o servirem.

22. A doutrina materialista:

            Essa doutrina nega tenazmente a existência do mundo espiritual, e, por conseguinte, os Anjos. Acreditam apenas na matéria e nada que vá além da matéria.

23. A doutrina espírita:

            O espiritismo ensina que os Anjos são as almas dos mortos que alcançaram um grau máximo de perfeição. Essa doutrina nega a existência distinta dos Anjos como criaturas de Deus, bem como a existência dos demônios, os quais, segundo ensinam, são almas desencarnadas dos maus.

24. Quem são os Anjos?

            No ponto anterior, tivemos uma idéia superficial das doutrinas falsas acerca dos Anjos e quanto à origem, existência e realidade destes. A partir desse ponto, estudaremos o assunto do ponto de vista da Bíblia.

25. Os Anjos são criaturas:

            No princípio de todas as coisas, antes da criação do mundo físico, Deus criou os Anjos. A expressão exército do “Céu”, dependendo do contexto, pode ter duas interpretações, refere-se aos astros físicos do espaço sideral; porém, em outros textos  refere-se aos Anjos. É impossível fixar o tempo em que foram criados os Anjos, mas a resposta de Deus a Jó declara que eles foram criados antes de todas as outras coisas. Ver: (Gn. 2: 1; Sl. 33: 6; Nm. 9: 6; Sl. 148: 2, 5; Cl. 1: 16; II Rs. 22: 19; Sl. 103: 20, 21  ;Jó. 38: 4, 7).

26. Os Anjos são seres espirituais:

            Os corpos espirituais não possuem limitações físicas, por isso a “lei da gravidade” não exerce qualquer influência ou poder sobre coisas espirituais. Pela falta de gravidade de seus corpos espirituais, os Anjos podem locomover-se de um lugar para outro com extrema “rapidez”. Por serem superiores a matéria, os Anjos podem tomar formas humanas para se fazerem perceptíveis aos sentidos físicos do homem, se houver necessidade. Várias aparições de Anjos feitas a Abraão, Ló, Jacó, Josué, aos pais de Sansão, Pedro e Paulo são exemplos indiscutíveis da Bíblia. Ainda em nosso tempo, os Anjos aparecem aos servos de Deus na Terra. Ver: (Gn. 18: 1-10; 28:10-22).  (jfas).


27. Os Anjos são seres poderosos:

            O salmista os descreveu como valorosos em poder que executam as ordens de Deus e lhe obedecem. Quando os pais de Sansão levantaram um altar ao Senhor, um Anjo desceu sobre as chamas do altar sem sofrer qualquer dano. Um só Anjo matou a 185 mil soldados do exército assírio. Um só Anjo destruiu com fogo as cidades de Sodoma e Gomorra. Um só Anjo removeu a pedra do sepulcro onde Jesus foi sepultado, quando se exigia vários homens para remover aquela enorme pedra. Embora os Anjos tenham poderes, eles são limitados. Ver: (Sl. 103: 20; Jz. 13: 9, 20; Is.37: 36; Mt. 28: 2; Gn. 19; II Sm. 24: 16; Ap. 18: 1, 21; Gn. 19: 13).

28. Os Anjos são seres pessoais:

            Na experiência com os homens, os Anjos falam, orientam, ouvem e determinam. A Bíblia dá a entender que os Anjos possuem uma inteligência superior à dos homens, mas não igual ou superior à de Deus. Dotados de sentimentos, os Anjos podem experimentar emoções quando rende culto a Deus. Eles conhecem suas limitações e se contentam com tudo o que fazem e podem fazer. Ver: (II Sm. 14: 20; I Pe. 1: 12; Sl. 148: 2; Mt. 24: 36).   

29. Os Anjos são seres imortais:

            Os homens podem morrer, mas os Anjos são espíritos imortais. Significa que eles não estão sujeitos a dissolução, ou putrefação orgânica, visto que seus corpos são imateriais. A imortalidade deriva da pura espiritualidade. Ver: (Lc. 20: 34 -36).

30. Características distintas dos Anjos:

            O Senhor deu aos Anjos conhecimento, poder e mobilidade mais elevada do que aos homens. Por esses elementos, descobrimos algumas características especiais capazes de fazer-nos compreender alguns aspectos da revelação Bíblica e das relações pessoais com os homens.

a. Santidade:

            No Apocalipse, os Anjos são identificados como santos. Isto implica em que eles foram colocados em um estado eterno de santidade. Outros textos das escrituras os identificam como “santos”, para distingui-los dos Anjos caídos. Ver: ( Ap. 14: 10; Mt.25: 31;Mc. 8: 38; Lc. 9: 26; Ap. 10: 22 ; Jo 8: 44; I Jo. 3:8 -10).

b. Reverência:

            Uma das características principais das atividades angelicais é o louvor e a adoração. Jesus declarou que os Anjos de Deus sempre estão na presença do pai e “vêm” a sua face. De modo geral, todos os Anjos de Deus o louvam e o adoram, mas há uma classe específica das hostes angelicais cuja função principal é louvar e adorar a Deus; são os Serafins. Essa classe de Anjos permanece ao redor do trono como servos do Todo-Poderoso, para executarem a sua vontade. Reverência são respeito e veneração marcados pelo temor. Esse temor não é medo, mas significa reconhecimento do poder superior de Deus. Ver: (Sl. 29: 1, 2; 89: 7; 103: 30; 148: 2; Mt. 18: 10; Is. 6: 3).  (jfas).

c. Serviço:

            O autor da epístola aos Hebreus denomina os Anjos de Espíritos Ministradores, indicando que eles exercem serviços especiais aos interesses do reino de Deus. Ver: (Hb 1: 13, 14).

d. Os Anjos executam a vontade de Deus:

            O próprio sentido da palavra “Anjo” é mensageiro. Portanto, é função precípua dos Anjos servir aos interesses de Deus, obedecendo-lhe em toda a sua soberana vontade. Mais uma vez o autor de Hebreus indica essa função angelical de serviço quando diz: Ainda quanto aos Anjos, diz: Aquele que a seus Anjos faz ventos e a seus ministros labaredas de fogo. O escritor sagrado os destaca como “ministros” para identificar o serviço que prestam a Deus em favor dos santos em Cristo. Ver: (Hb. 1: 7).

e. Os Anjos cuidam e protegem os fiéis:

            Há um texto nos Salmos que declara que “o Anjo do Senhor acampa-se ao redor dos que o temem e os livra”. Elias, ameaçado de morte pela rainha Jesabel, mulher de Acabe, precisou fugir da cidade para escapar com vida. Elias fugiu para o deserto e assentou-se debaixo de Uma pequena árvore chamada Zimbro. Estava triste e decepcionado, por isso, pediu a morte. Deitado debaixo daquele Zimbro veio um Anjo da parte de Deus e o tocou e lhe disse: “levanta-te e come”. E olhou, e eis que à cabeceira estava um pão cozido sobre as brasas, e uma botija de água; e comeu, e bebeu e tornou a deitar-se. E o Anjo do Senhor tornou segunda vez, e tocou-o, e disse: “Levanta-te e come, porque mui comprido te será o caminho”. Ver: (Sl. 34:7; I Rs. 19: 5-7).

f. Os Anjos punem os inimigos de Deus:

            Os inimigos de Deus agem de muitas maneiras, mas nada passa despercebido pelo Senhor. Houve um rei da Assíria, chamado Senaqueribe, que desafiou ao Deus de Ezequias, rei de Judá. Imediatamente Deus enviou um Anjo poderoso o qual destruiu o exército Assírio de 185 mil soldados. Para preservar o seu povo e o seu nome, Deus puniu aqueles inimigos. No período dos juízos finais da humanidade, os Anjos serão os emissários de Deus para executarem o seu juízo contra aqueles que rejeitaram a Jesus como salvador do mundo e se constituem em inimigos declarados do soberano Senhor. Ver: (II Rs. 19: 35; Mt. 13: 50).




Conclusão:


            Nesta pesquisa, destacamos a peculiaridade dos anjos como agentes celestiais, abordando sua natureza moral e espiritual. O ministério dos anjos não ficou restrito à história bíblica, os mesmos ainda ministram em favor dos servos de Deus e dos interesses do Reino dos Céus na terra. São observados os anjos que se rebelaram e foram destituídos do Reino, os quais a maioria estão espalhados por todo o Universo promovendo grandes infortúnios, e alguns mais perigosos foram aprisionados em cadeias na escuridão, reservados para o dia do juízo. Ver: (Mt. 4: 10, 11; 28: 18, 19:  .I Co. 14: 33; II Pd. 2: 4; Jd. 6).
 




















Elaborado por: José Fernandes A.S. Ev. Sgt. Militar da Res – Capelão Militar, diplomado na UCEBRAS, Bacharel em Teologia, Psicólogo Pastoral e Industrial e autor de 47 Apostilas Escatológicas, entre elas “UCAPEC” – (União de Capelães Evangélicos Ecumênicos). Foi Professor da Disciplina de Espanhol na FUNDAPES em Canoas/RS contratado pela Prefeitura Municipal e Instrutor de Capelania Militar na UMERGS. (União dos Militares Evangélicos do Estado do Rio Grande do Sul).


Consultas:
1-http://fernandezapostilas.blogspot.com.br/;
2-Enciclopédia Católica Popular > Portal. Eclésia. pt.
-Consultado em 26 de Janeiro de 2016!;
3-Bíblia de Estudo do Expositor – JIMMY SWAGGART;
4-Bíblia de Estudo – DAKE! E, outras consultam;
5-História do Cristianismo - A.Knght e W.Angln;



Agradecimento: Ao meu querido e amado neto Dr. Carlos Natanael da Rosa, que com seu encorajamento, hábeis muito colaborou na digitação e auxilio de leituras, tornou este trabalho possível.

Bibliografia:


OBS: Este estudo foi elaborado por este servo do Senhor, em Português, Español e Inglês pela infinita graça de Deus. Autor das seguintes apostilas: A Hierarquia dos Anjos; A igreja e o Nepotismo; A mulher pode ser pastora; A nova Jerusalém Celestial; À queda do homem e a providência de Deus; Bíbliologia; Controle Total; Cristão e a Maçonaria; Cristão e o Álcool; Cristão e o Sábado; Dispensação da Graça; Espírito Santo na Igreja; Hinnos y coros Cristiano; Hinos de corais Antigos; Igreja e o Sábado; Liturgia e a Igreja; Manual pratica do Obreiro; Maratona Bíblia; O ano de Jubileu; O principio; O Cristão e a Mascara; Palestra para Família; Profecias do AT/NT; Teologia da Prosperidade; Teologia de Missão; Teologia da Musica; Vamos nos conhecer nos Céus; A Igreja e o Jejum; A igreja e a Reencarnação; Teologia Apostólica; Igreja e os Galardões; O corpo e a Ressurreição; A Igreja e as Drogas; A igreja e a Patologia; Juízo Final e o Trono; Branco; As Profecias de Daniel; O Arrebatamento da Igreja; Os Sete selos do Apocalipse; UCAPEC - União de Capelães Evangélicos Ecumênico; História da Igreja Primitiva em (Resumo); A Palestina atual; A Hierarquia dos Anjos; (Pequena) História da Igreja Primitiva;


Dados pessoais:
José Fernandes Alves dos Santos (AD Canoas/RS), Evangelista, conferencista internacional e membro do conselho de Ética pastoral. Seu ministério e chamada são voltados predominantemente para a Educação Cristã, a partir de estudos que abordam: Teologia, Escatologia, Hermenêutica & Exegese Bíblica, Teologia Sistemática e Pedagogia Cristã; Autor de 50 Apostilas Escatológicas.
Experiências:
1) Foi pastor aux; 1°Coord. EBD; 1°Coord. Missão. 2)Fundador da Disciplina de Espanhol na FUNDAPES, Contratado pela Prefeitura Municipal de Canoas/RS. 3) Estagio de Três anos na Biblioteca Publica da Prefeitura de Canoas/RS; E Coord. De Internet; Ex-membro da Diretoria Acadêmica do Departamento de Ação Social - (Unilasalle Canoas).
Educação:
3°Semestre de Letras, 4°Semestre de Teologia (Unilasalle Canoas); Formado em União de Capelania Evangélico (UCEBRAS).
Atualmente:
Militar - Res. Psicólogo Pastoral e Industrial, Capelão Militar Evangélico e membro da UMERGS (União dos Militares Evangélicos/RS), na qual atuo como 1º Secretário e Coordenador da Região Metropolitana de Porto Alegre, fundador e diretor do Departamento de Capelania e Monitor do Curso de Capelania.
Telefones: +55 (51): 98651-6223 (Oi)/98274-7975 (Tim)/99959-7698 (Vivo).